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quinta-feira, março 14

Magali Vaz - Alma Gêmea de Morten Harket (A-HA)




Magali Vaz é uma brasileira que afirma ser a alma gêmea do vocalista da banda Pop (A-HA). Segunda ela quando era criança começou a sonhar com um garoto, com o passar dos anos foi crescendo e o garoto também. No ano de 1989 ganhou um disco da banda (A-HA), e ao ver a capa se deparou com esse garoto que agora era um homem, no caso o vocalista da banda Morten Harket. Na passagem do cantor pelo Brasil em 1995 ela chegou a conhecê-lo pessoalmente e conversaram. Magali Vaz conta que a ligação entre os dois é bastante forte ao ponto de se acontecer dele ficar doente ela também sente os mesmos sintomas. A brasileira escreveu um livro para falar do caso chamado Eu e Minha Alma Gêmea onde conta com riqueza de detalhes seu caso. Recentemente o nome de Magali Vaz veio à tona novamente na grande mídia pelo motivo de ela dar declarações que irá processar a autora da saga Crepúsculo, que segundo ela estaria plagiando seu livro em algumas passagens. Um desses plágio seria a semelhança do ator Robert Pattinson com a sua suposta alma gêmea o cantor Morten Harket.




segunda-feira, janeiro 2

BABOSEIRAS ROMÂNTICAS

Outro dia estava lendo algumas coisas escritas pelos homens; coisas de amor, saudade, coisas, como posso dizer, bonitas, lindas que fazem agente suspirar. Ai! Ai! Outro dia, eu também estava escutando as canções mais lindas, mais dor de cotovelo, que o meu até doeu tanto, que mal pude acabar de escutar. Reparei que os homens são uns bobos quando estão apaixonados. Quanta idiotice! Como dizia Drummond: “Todas as cartas de amor são ridículas”... E são mesma, quanta bobagem! Vocês devem está pensando que não sou romântico?! Na verdade, literariamente, eu sou mais simbolista-decadentista com pintadas realistas e naturalistas.

Aquele amor arrebatador, de Tristão e Isolda, de Romeu e Julieta, de Dante e Beatriz, de Ana Amélia e Gonçalves Dias de... Ah bom! Eu teria que listar todos os amores arrebatadores aqui ai teria que precisar do livro Paixões: amores e desamores que mudaram a história de Rosa Montero, que, aliás, muito bom. Vale à pena! Mas o assunto em questão são as baboseiras românticas, como eu diria: “mamão com açúcar”, que enchem o saco. Conheço um cara que, pelo amor de Deus, Zé cueca. A garota não quer mais ele, disse com todas as letras do alfabeto: EU NÃO QUERO MAIS! E ele insiste. Idiota! Outro ,este dá pena, a moça foi embora com outro, deixou um dívida enorme para o coitado pagar e ele até hoje fica procurando um moça com as mesmas características da outra.EU NÃO AGUENTO! È muita burrice! Os casos são enormes tem outros, este não existe, a esposa pinta e borda com ele. Aliás quem pinta e borda é ele mesmo. O cara faz tudo em casa. Tudo mesmo! E o moçinho fala 24 horas sobre a mulher. Ela é isso. Ela faz isso! Ela é...Mas como ela faz tudo? Se ele é quem faz? Não entendi!

 Bom e o Amor? Onde ele está? Não sei, juro. Acho que ele é uma invenção da literatura, da música, das artes plásticas para venderem coisas. Estou sendo amarga, talvez sim! Mas é que os homens escrevem cada baboseira de Amor e o pior de tudo é que agente ainda curte, gosta e cai nesta baboseira e fica perdidinha, principalmente, quando eles não ligam. Haja baboseiras românticas! Estou precisando, alguém???

quinta-feira, maio 26

O que querem de fato as mulheres?

Pergunta tão questionada por Freud e por tantos outros homens em busca de entender este “universo misterioso” que é ser mulher. O que queremos? O que buscamos? Qual será nossa felicidade?
Rita Lee diz em sua música: Mulher é bicho esquisito sangra todo mês. Desculpe-me cara, Rita Lee, vou discordar um pouco de você. Mulher não é um bicho esquisito, e nem tem fases. Não somos luas! Nós mulheres queremos coisas simples. Queremos que numa tarde de sábado após fazer amor e perguntar ao nosso companheiro, (ai entra todo tipo de sinônimo), porque ele nos ama e não e ele diz simplesmente; Amo você porque amo. Ora! Queremos quando estivemos na tal da TPM, com o corpo inchado, o seios mal cabendo no sutiã e proferimos aquela frase que todo mulher diz: Meu bem, to uma baleia! E ele não diz nada ou então diz: Isto é coisa da tua cabeça. Queremos que ele diga: Meu amor, eu te amo e te admiro assim mesmo, minha baleiazinha!. Queremos ter alguém que no final do dia ligue para perguntar como foi o dia. Queremos ainda ser meretrizes para nossos maridos, namorados, amantes, (enfim, falei ainda pouco cabe aqui todos os sinônimos), e ao mesmo tempo santas. Queremos ser todas as mulheres, de Cleópatra á Dilma Rousseff. Queremos ser várias mulheres para um único homem. O problema é que os homens querem todas as mulheres. Não uma multi-woman.
Não precisamos ser decifradas, adivinhadas. Ei, queremos ser amadas unicamente. Queremos preparar almoços, jantares, lanches, mas queremos discutir Filosofia, Matemática, Literatura, Cinema, Economia e falar de novelas. Por que não? Queremos ser mães e ao mesmo tempo amantes, amigas. Queremos comprar lingerie não só para agradas aos homens, mas para nos sentimos desejadas, “gostosas”. Queremos sexo oral em toda relação. Não queremos pedir! Queremos que façam. E respeitem quando não queremos fazer o mesmo. Queremos que compreendam que ás vezes queremos só namorar, só ir ao cinema, tomar sorvete, ser tocadas no cabelo e escutar: Meu bem, suas unhas estão tão bonitas!
Queremos ainda mais ser respeitadas, quando não mais queremos uma relação e dizemos NÃO, sem precisar correr o risco de sermos violentadas, machucadas ou o pior, mortas por nossos namorados, maridos ou amantes. Não somos misteriosas, esfinges, ou medusas, temos sim um lado místico, como diz Clarissa Pinkola Èstes em seu livro: Mulheres que correm com os lobos, temos um self selvagem, uma ligação forte com a natureza, temos um sexto, um sétimo ou sei lá quantos sentidos, mas não somos bruxas. Queremos somente nos sentir plenas, queremos nos sentir felizes, queremos ser Mulheres. Talvez para resumir o que de fato nós mulheres queremos eu tentaria ilustrar como a imagem de um livro que li há tempos atrás de Marylin French: Mulheres