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sábado, julho 28
segunda-feira, maio 21
VERBENA E LIMÃO - Lucas Sá
FICHA TÉCNICA:
Direção/Roteiro/Produção/Edição:
Lucas Sá e Lucas Kurz
Lucas Sá e Lucas Kurz
Com: Verbena Régina, Laura Sá, Victor Cunha, Sarah Kurz
* Versão de 4 minutos. O curta foi realizado com uma câmera digital fotográfica de 9.0 mp.
QUEM VAI COMPRAR A COCA E O LIMÃO?
terça-feira, maio 15
YOU BITCH DIE! - LUCAS SÁ
Sinopse - Violência! Sangue! E um estranho amor! Uma homenagem aos filmes B (trash) dos anos 70/80.
* MELHOR CURTA FICÇÃO - 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* MELHOR VÍDEO DE BOLSO - CURTA-SE
* MELHOR VÍDEO DE CÂMERA DIGITAL - FESTIVAL CULTURAL SÃO SIMÃO
*3° LUGAR PELO JÚRI - II MARANHÃO VÍDEO DE BOLSO
* MOSTRA CARTAZ DE CINEMA DO NOVÍSSIMO AUDIOVISUAL NORDESTINO
* FESTIVAL VIVO ARTE.MOV
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* VII MOSTRA INTERNACIONAL DE CURTA-METRAGENS DA UNIOESTE
* II FEST CINE MARACANAÚ
* FESTIVAL CURTA TAQUARY
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ e SP)
* 10º MOSTRA DO FILME LIVRE
* IV MOSTRA CURTA AUDIOVISUAL DE CAMPINAS
* FESTIVAL ESTUDANTIL DE CINEMA DE GUAIBA
* 4° CURTA FANTÁSTICO (CineFantasy)
* FESTIVAL MARANHÃO NA TELA 2009
* 5° MOSTRA TRASH
* FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL DE JERICOACOARA
* FESTIVAL MINI CURTAS
* FESTIVAL TR3S MINUTOS (SE)
* FESTIVAL ESPANTOMANIA
* FESTIVAL ART DECO 2011
Direção, Produção, Roteiro, Montagem: Lucas Sá
Atores: Laura Sá, Gabriel Coelho, Igor Franco, Verbena Régina
Atores: Laura Sá, Gabriel Coelho, Igor Franco, Verbena Régina
Festivais e Prêmios:
* MELHOR CURTA FICÇÃO - 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* MELHOR VÍDEO DE BOLSO - CURTA-SE
* MELHOR VÍDEO DE CÂMERA DIGITAL - FESTIVAL CULTURAL SÃO SIMÃO
*3° LUGAR PELO JÚRI - II MARANHÃO VÍDEO DE BOLSO
* MOSTRA CARTAZ DE CINEMA DO NOVÍSSIMO AUDIOVISUAL NORDESTINO
* FESTIVAL VIVO ARTE.MOV
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* VII MOSTRA INTERNACIONAL DE CURTA-METRAGENS DA UNIOESTE
* II FEST CINE MARACANAÚ
* FESTIVAL CURTA TAQUARY
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ e SP)
* 10º MOSTRA DO FILME LIVRE
* IV MOSTRA CURTA AUDIOVISUAL DE CAMPINAS
* FESTIVAL ESTUDANTIL DE CINEMA DE GUAIBA
* 4° CURTA FANTÁSTICO (CineFantasy)
* FESTIVAL MARANHÃO NA TELA 2009
* 5° MOSTRA TRASH
* FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL DE JERICOACOARA
* FESTIVAL MINI CURTAS
* FESTIVAL TR3S MINUTOS (SE)
* FESTIVAL ESPANTOMANIA
* FESTIVAL ART DECO 2011
BRASIL/SÃO LUÍS-MA 2010
Crítica de Cid Nader
Brincadeirinha
de Lucas Sá – o diretor talvez seja uma novidade maranhense surgindo para ser a
vanguarda de mais uma cinematografia regional surgindo, e revelando-se com
evidente característica urbana, ao compilar informações que extrapolam as
distâncias de seu Estado -, filmado mais para ser vista na Internet do que numa
telona. O tratamento é em cima da linguagem, dos filmes trash dos anos 70, com
os típicos exageros necessários para tal reverência (falta de cuidado,
hiper-cores, hiper-cafonices, seres estranhos habitando a tela e sangue, de
preferência), e feito de modo bastante ligeiro, para que não se necessitasse
muito espaço e tempo demais demandado para a conclusão.
Para
tal ligeireza vista na telona, a ideia de representar um trailler revelou-se boa
sacada. Mas, muitos trabalhos similares já foram vistos (aliás, há até uma
certa moda no estilo se repetindo), e muitos, também, com melhor desempenho
numa sala escura de cinema: o que faz notar o quanto esse deve ter sido pensado
mais como uma ação para divertir amigos, nas madrugadas diante da telinha do
computador.
Lembre-se daquelas LOVE STORY...
quarta-feira, maio 9
ABATE - Lucas Sá
Sinopse: Abate. Lembra corte, extenuação, redução,
retirada quase abrupta da vida do orgânico... Matança.
Direção,
Produção e Roteiro: Lucas Sá
Produção Executiva: Raissa Baldez
Atores: Nilana Fróes, Raissa Baldez, Carlos Cezar
Produção Executiva: Raissa Baldez
Atores: Nilana Fróes, Raissa Baldez, Carlos Cezar
Festivais
e Prêmios:
*
MENÇÃO HONROSA – I MOSTRA DE CINEMA UNIVERSITÁRIO DA UNICAP
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ)
* 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* 9º FESTIVAL ESTUDANTIL DE GUAIBA (RS)
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA (AM)
* I FESTIVAL ESPANTOMANIA (SP)
* KINOOIKOS – II FESTIVAL DE VÍDEO NAS ESCOLAS (SP)
* MOSTRA SETE IMAGENS - Teatro 7 de Abril (RS)
* MOSTRA CURTA NO BOTEQUIM (RJ)
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ)
* 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* 9º FESTIVAL ESTUDANTIL DE GUAIBA (RS)
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA (AM)
* I FESTIVAL ESPANTOMANIA (SP)
* KINOOIKOS – II FESTIVAL DE VÍDEO NAS ESCOLAS (SP)
* MOSTRA SETE IMAGENS - Teatro 7 de Abril (RS)
* MOSTRA CURTA NO BOTEQUIM (RJ)
BRASIL
/ SÃO LUÍS - MA
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Crítica de Cid Nader *
“Uma novidade vinda do
Maranhão (talvez indicando mais um polo difusor lá no nosso Nordeste), esse
Abate bebe nitidamente da fonte dos filmes pernambucanos para contar uma
história de revolta feminina por opressão machista: algo tão comum ainda no
mundo, mas que toca muito mais profundamente em uma região de tradição
absolutamente masculina.
Só que beber da fonte,
somente, poderia resultar em cópia de estilo, vazio no mote e no modo.
Negativo. Lucas Sá demonstra ter noção bastante complexa e bem elaborada de
estética e técnica. O filme é de fotografia não conformada, que busca o
inusitado nos ângulos (enquanto o momento “comum” subserviente da mulher
existe, filma-se seus pés a caminho do açougue, para a inversão do ângulo
quando uma outra possibilidade de continuidade de vida é pensada, por exemplo),
e também bastante atenta às possibilidades de contrastes emprestadas pelo bom
uso da iluminação.
No corte, na edição (e
novamente lembrando alguns outros filmes de Pernambuco), o contar a história
ultrapassa a “simples” barreira da fluidez, para que interferências
intrometidas até na marra se façam responsáveis pelo adensamento do clima.
Desde o início, a montagem não permite a acomodação do espectador, e a tela se
enche de variações cromáticas ou de ritmo. Portanto, as invenções e tentativas
que resultaram um curta bem interessante não são resultado – o que seria até
razoável de se imaginar - de acumulação crescente, mas de ritmo imposto desde
os primeiros instantes: algo bem mais difícil de ser mantido e obtido”
* Cid Nader Jornalista e crítico de cinema. Editor e
umdos idealizadores
do site de cinema
Cinequanon. Colaborador da revista Paisá
e do site Omelete. Edita também o
Cidblogwww.cinequanon.art.br/cidblog.
Cinequanon. Colaborador da revista Paisá
e do site Omelete. Edita também o
Cidblogwww.cinequanon.art.br/cidblog.
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Respire Fundo e Aperte Play
sexta-feira, maio 4
O Membro Decaído - Lucas Sá
Ficha Técnica:
Elenco: Gabriel Sá, Laura Sá, Verbena Sá, Guilherme
Borges, João Marcus, Gabriel Magalhães e Seu Mingau
Direção e Roteiro: Lucas Sá
Produção: Rayssa Ewerton e Lucas Sa
Direção e Roteiro: Lucas Sá
Produção: Rayssa Ewerton e Lucas Sa
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Os Caminhos do Processo Criativo
(O autor só disponibilizou estes desenhos do storyboard por questões sinistras)
O
projeto O Membro Decaído surgiu nas aulas de roteiro ministradas pela
professora Cintia Langie, no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade
Federal de Pelotas (UFPel).
Essa
história já permeia em mim há algum tempo, quando meu tio de Salvador, me
contou a um ano atrás sobre um caso de extrema violência urbana. Eu
anotei essa história bizarra e a partir daí comecei a criar a minha versão do
ocorrido, colocando fatos que me interessavam tanto esteticamente quanto
narrativamente, além de ser uma invenção do que poderia ter ocorrido pela mente
de outro autor. Não sei se esse fato ocorreu realmente ou se foi só mais uma
das mentiras que espalham por ai, mas está “mentira” me interessou
muito.
O
roteiro é denso e se estende mais na imagem do que nas palavras, buscando ser
explicado por auxilio apenas da imagem, independente do texto ou dos diálogos,
sendo guiados, sobretudo, pelas ações. O personagem protagonista é sempre o
centro dessas ações, mas ao mesmo tempo ele é o mais distante do meio que o
cerca e que o encaminha para ocasiões indesejáveis.
O
clima das cenas busca uma áurea de tensão e naturalidade tanto dos atores
quanto do comportamento da câmera. Esta se mantém como uma observadora das
ações, ela não interfere no espaço cênico, só nos encaminha à medida que o
personagem central, o homem, se move. Os quadros na maioria das vezes são fixos
e nos remetem a uma fotografia de enclausuramento do homem em relação ao espaço
urbano, utilizando uma coloração fria contrastada com a laranja e o vermelho,
que intensificam a violência gráfica e o clima de fim de
tarde.
quarta-feira, julho 6
Lucas, Cinema e Garrafas Pet para o Frio.
Diego Pires entrevista por via email o maranhense Lucas Sá morando e estudando Cinema em Pelotas no Rio Grande do Sul.
Por quê Cinema? A qual sabemos que o Maranhão historicamente não tem uma tradição com a sétima arte e muito menos tem um curso de graduação.
Bom, comecei a me interessar pelo cinema se não me engano aos 11 ou 12 anos, durante minhas tardes ociosas quando eu voltava da escola e ia constantemente a uma locadora de vídeos perto de casa, nesse período via um filme por dia, mais ou menos, principalmente nos dias de terça e quarta, já que havia promoção! Acho que foi uma forma de completar a falta do que fazer ou de com quem conversar. Completar a falta... Com os anos eu fui me educado filmicamente e fui me interessando pelos clássicos e filmes mais intimistas, e assim fui percebendo a “farsa” do cinema e isso me fez querer seguir esse caminho. Até hoje fico empolgado e até arrepiado de ver nos extras, dos DVDS que via, os making off dos filmes, é fascinante! O Maranhão tem uma relação com o cinema, de certa forma, bem tímida, tivemos o movimento do Super 8 e alguns cineastas de renome, como Murilo Santos. O Festival Guarnicê também é o maior vinculador da sétima arte e um dos mais antigos festivais de cinema do Brasil, talvez isso seja um bom motivo para o governo implementar cursos da área em nosso estado, já que isso mostra nossa ligação com o cinema nacional há tempos. Mas quem atualmente eleva o nosso estado à produção e até mesmo ao comércio cinematográfico é o diretor e empresário Frederico Machado, dono da locadora Backbeat e da distribuidora de DVDS Lume Filmes. Frederico é um exímio exemplo de figura ao qual tenho admiração, os DVDS da Lume são de incrível qualidade e conteúdo, sendo uma das distribuidoras mais bem sucedidas do Brasil, seus curtas, como o “Vela ao Crucificado” levam nossa cultura a inúmeros festivais nacionais e internacionais. Aliás, esse mês (dia 14 de Julho) vai ocorrer a abertura da 1º edição do Festival Internacional Lume Filmes, organizada pelo Frederico, com a presença do diretor Filipino Brillante Mendoza, onde ocorrerá a exibição inédita no estado de seu novo longa “Lola”. Pena não poder está a ir, Mendoza é um dos meus diretores preferidos! “Kinatay” é sensacional! Cinema forte e cru!
Como está sendo a graduação em cinema na UFPEL (Universidade Federal de Pelotas)?
Até o momento estou me sentido muito bem com o curso. Os equipamentos são ótimos e os professores são excepcionais! É interessante, já que todos dizem que os primeiros semestres no curso de cinema são mais teóricos e massivos, aqui não percebo isso, a dose entre prática e teoria é balanceada, o que torna o curso mais ativo e conceitual. Reforçando este argumento, já realizei um exercício de aula, que no caso era para ser produzida uma recriação de uma cena de um longa, eu escolhi uma cena do filme “Amores Imaginários”, do Xavier Dolan (http://vimeo.com/24500131) e também realizei dois curtas-metragens, um chamado”7-10-8-3” e o “Na Bolha”. Esse último a equipe acabou de finalizar a edição! Estou escrevendo essa entrevista no momento em que terminamos a edição na casa do nosso editor! E para o mês de setembro estamos produzindo um documentário sobre o sambista Dudu Borba, já começamos a coletar entrevistas e a fazer planilhas de produção. Tudo isso apenas no 1º semestre.
Como é um maranhense fazendo um curso tão “distante” para nossa realidade no Rio Grande do Sul? Como encara isso? Como seus amigos de graduação te olham? Como está sendo a adaptação?
Venho implantando essa idéia de fazer o curso de cinema na cabeça dos meus pais desde muitos anos atrás, então para mim foi fácil me desvincular da “prisão emocional” de não me deixarem ir embora. Eles me apóiam bastante e agradeço muito por isso! Minha relação com o estado é bem comum, nada muito diferente ou irregular, achei que seria bem mais “freak” me acostumar com o ambiente e as pessoas, mas me enganei. O clima é que me irrita um pouco, este frio é meio incômodo para quem viveu no calor infernal de São Luís, você me entende... Mas comecei a recolher e aprender certos dribles para não morrer de frio, uma delas é ferver água e colocar dentre de uma garrafa pet(conselho do Daniel Reigada), dessas de refrigerante, é uma saída bem caseira enquanto não tenho aquecedor, mas ajuda! A relação com os alunos é tranqüila, mas chega a ser até engraçada, já que é uma mistura de vários estados, desde Minas Gerais até São Paulo capital e seus interiores, tendo alunos daqui de Pelotas e cidades vizinhas. O Enem possibilitou muita mobilidade entre os estados, esse é o grande motivo da miscigenação da nossa sala, que é até vantajosa para nós! É interessante mencionar a diferença de idade entre os alunos, passa por 28 até 17 anos, e essa diferença quase não é percebida em termos de conteúdo, já que nosso relacionamento profissional e social é focado no cinema para o cinema.
Quais suas referências?
Bom, ontem na viagem para Porto Alegre minha professora de roteiro, Cintia Lagie, disse ao ler um argumento de um curta que pretendo realizar no próximo semestre, que minha relação com os personagens é o de revelar a natureza cruel e má do homem. Nunca tinha reparado muito bem nisso, mas ela tem razão, às vezes, eu me apego tanto à estética e que me desligo do conteúdo inicial dos meus curtas. Voltando as influências propriamente ditas, eu tenho como referência quase que endeusada os diretores Brian De Palma, Quentin Tarantino, Park Chan-wook, Wong Kar Wai. O Brillante Mendoza que comentei na primeira pergunta, é um dos diretores novos que estou me apegando bastante. Se eu fosse citar certos filmes como preferidos, acho que no momento seria a versão de 1974 do filme “O Homem de Palha”, de Robin Hardy. Um grande filme!
Pensas em voltar pra sua terra natal com seu diploma?
Não. O Maranhão precisa valorizar melhor não só o cinema, mas a cultura em geral do estado. Percebo que aqui no Rio Grande do Sul e no mês que fiquei na Bahia as pessoas são ligadas intimamente com suas culturas, aqui no RS principalmente, chega a ser até rigoroso esse apego, mas muito bonito! Sinto falta disso nos maranhenses, eu mesmo acabo de admitir ser um dos que não me envolvo, que não me apego ao estado. A não ser para visitar minha família.
Uma mensagem/dica/sugestão para os maranhenses que querem estudar cinema.
Pelo visto vai demorar o curso de cinema se instalar em alguma instituição de ensino no Maranhão, então prefiro dizer pra quem tenha esse desejo/objetivo, não sei bem qual das duas é a palavra certa, faça o curso! Mesmo que seja perto ou longe de sua cidade. As aulas para mim, nunca foram tão “divertidas” e utilitárias como estão sendo agora, fato que no ensino médio foi praticamente abolido.
Assista os Curtas Metragens de Lucas Sá:
YOU BITCH DIE!!! – http://www.vimeo.com/16282540
VERBENA E LIMÃO - http://www.vimeo.com/16288971
ABATE – http://www.vimeo.com/20036560
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