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sábado, outubro 6
sábado, julho 28
terça-feira, julho 17
Documentário - Quadrinhos Produzidos no MA
E depois do post breve sobre Joacy Jamys recebi do
Natan Castro um documentário sobre quadrinhos produzidos no MA que se inicia
nos anos 80 com o depoimento de vários desenhistas maranhenses falando sobre
seus personagens, processos de criação, a SINGULAR-PLURAL, FÚRIA, FUSÃO, O FATO
RHQ, O NOVO SISTEMA, etc etc. Vale muito à pena conferir.
quinta-feira, julho 12
Le miroir
E você acha que já viu de TUDO?
Então saca a idéia desses dois suiços ( Ramon
e Pedro), os caras simplesmente
fizeram um CURTA METRAGEM do inicio da
infancia à velhice de um homem e babem
bonecas! Tudo se passando em frente ao espelho. Por isso o título é Le
miroir que é espelho no portuga. Mas antes quero só contar uma estória
que me veio a cabeça depois que vi o curta: me veio a memória cinematógrafica o
filme O Curioso Caso de Benjamim Burton
que no caso, é o contrário, da velhice ao feto, e quando fui alugar esse filme na locadora
aqui perto de casa no Cohatrac City,
o cara que me atendeu me disse com muita convicção que o filme era muito bom e
que aquilo realmente tinha sido VERDADE e que tinha até um LIVRO. Se é VERDADE
acho meio complicado, mas um livro tem mesmo, pois é baseado num conto do norte
americano Scott Fitzgerald de, por
exemplo, “Bernice Corta os cabelos” – Um conto que indico até pra entender um
pouco esses filmes adolescentes de high school norte americanos cheio de Bulling.
E agradeço Ao site Pastilhas Coloridas que foi de onde vi o Curta.
quarta-feira, junho 27
Imperatriz do Maranhão tem Humor e Cinema – Tele - Morte – Disque para Morrer
Basta está vivo para
morrer. Essa máxima não vale 1 crédito no curta Tele Morte de Roberth Nunes*. No
início do vídeo uma voz rouca e macabra e várias imagens numa TV nos
remete ao FIM DOS TEMPOS e logo depois o personagem Fredson aparece ( que é o próprio Roberth
Nunes, ratificando que aqui no Brasil já é uma constante se fazer
direção/atuação/roteiro e o diabo escambal) surge como um dos
sobreviventes discutindo via cel com uma telefonista e depois com um
telefonista como se fosse pra colacar o plano infinity pré da TIM ou resolver
um problema qualquer no Banco do Brasil, ele quer morrer, simples, ou “bater as
botas” como o próprio Fredson diz.
A trama se desenrola com a
conversa entre Fredson e o tele atendimento e as peripécias vão se formando
perante a burocracia pra se morrer. É impossivel não rir da situação do cliente
com sua atuação bastante séria e irritada (que rendeu-lhe o prêmio de melhor ator categoria vídeo no 34º festival Guarnicê de Cinema)
diante da dificuldade de conseguir um "plano de morte", após mais de
189 anos de vida, e várias doenças acumuladas. O tempo seria obviamente o Futuro, mas o cenário e o figurino deixa a
desejar, não consegue nos deslocar em outro tempo/espaço ou para a proposta de um contexto pós-apocalíptico, é apenas uma simples casa de qualquer conjunto habitacional com vários eletrodomésticos dentro,
mas o código de barras tatuado no dorso do pescoço do protagonista foi uma
grande sacada para a Ficção.
No fim, depois de vários
minutos e maus entendidos com os telefonistas, ele consegue uma
"morte indolor" e vai a uma espécie de sotão e se enforca, mas que
pena, ainda assim não morre, mesmo com a ausência da cabeça (um efeito especial sem lógica nenhuma).
* Cineasta Independente nascido na cidade Açailandia –
MA em 19 de Abril de 1983, atualmente reside na cidade de Imperatriz – MA, onde
trabalha como professor de língua inglesa.
Não tenha medo do pós-apocalipse - aperte play
segunda-feira, maio 28
quinta-feira, maio 24
segunda-feira, maio 21
VERBENA E LIMÃO - Lucas Sá
FICHA TÉCNICA:
Direção/Roteiro/Produção/Edição:
Lucas Sá e Lucas Kurz
Lucas Sá e Lucas Kurz
Com: Verbena Régina, Laura Sá, Victor Cunha, Sarah Kurz
* Versão de 4 minutos. O curta foi realizado com uma câmera digital fotográfica de 9.0 mp.
QUEM VAI COMPRAR A COCA E O LIMÃO?
quarta-feira, maio 16
Marrom e Branco
P.S: Faço um experimentação singela com uma camera digital de 10 megapixels sobre a injeção de ansioliticos via endovenosa. Pondo como fundo a canção Smashing na voz do Pete Doherty: Um junkie e poeta. Faço apenas 3 cortes. Nos primeiros planos não há audio e no terceiro plano inicio o audio e logo e depois a música. Editei no Windows live movie maker ( o único programa que conheço) e tentei a busca das cores do titulo e uma certa naturalidade. A qualidade da imagem ficou ruim, infelizmente. Mas vale a pena. Eu acho.
terça-feira, maio 15
YOU BITCH DIE! - LUCAS SÁ
Sinopse - Violência! Sangue! E um estranho amor! Uma homenagem aos filmes B (trash) dos anos 70/80.
* MELHOR CURTA FICÇÃO - 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* MELHOR VÍDEO DE BOLSO - CURTA-SE
* MELHOR VÍDEO DE CÂMERA DIGITAL - FESTIVAL CULTURAL SÃO SIMÃO
*3° LUGAR PELO JÚRI - II MARANHÃO VÍDEO DE BOLSO
* MOSTRA CARTAZ DE CINEMA DO NOVÍSSIMO AUDIOVISUAL NORDESTINO
* FESTIVAL VIVO ARTE.MOV
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* VII MOSTRA INTERNACIONAL DE CURTA-METRAGENS DA UNIOESTE
* II FEST CINE MARACANAÚ
* FESTIVAL CURTA TAQUARY
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ e SP)
* 10º MOSTRA DO FILME LIVRE
* IV MOSTRA CURTA AUDIOVISUAL DE CAMPINAS
* FESTIVAL ESTUDANTIL DE CINEMA DE GUAIBA
* 4° CURTA FANTÁSTICO (CineFantasy)
* FESTIVAL MARANHÃO NA TELA 2009
* 5° MOSTRA TRASH
* FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL DE JERICOACOARA
* FESTIVAL MINI CURTAS
* FESTIVAL TR3S MINUTOS (SE)
* FESTIVAL ESPANTOMANIA
* FESTIVAL ART DECO 2011
Direção, Produção, Roteiro, Montagem: Lucas Sá
Atores: Laura Sá, Gabriel Coelho, Igor Franco, Verbena Régina
Atores: Laura Sá, Gabriel Coelho, Igor Franco, Verbena Régina
Festivais e Prêmios:
* MELHOR CURTA FICÇÃO - 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* MELHOR VÍDEO DE BOLSO - CURTA-SE
* MELHOR VÍDEO DE CÂMERA DIGITAL - FESTIVAL CULTURAL SÃO SIMÃO
*3° LUGAR PELO JÚRI - II MARANHÃO VÍDEO DE BOLSO
* MOSTRA CARTAZ DE CINEMA DO NOVÍSSIMO AUDIOVISUAL NORDESTINO
* FESTIVAL VIVO ARTE.MOV
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* VII MOSTRA INTERNACIONAL DE CURTA-METRAGENS DA UNIOESTE
* II FEST CINE MARACANAÚ
* FESTIVAL CURTA TAQUARY
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ e SP)
* 10º MOSTRA DO FILME LIVRE
* IV MOSTRA CURTA AUDIOVISUAL DE CAMPINAS
* FESTIVAL ESTUDANTIL DE CINEMA DE GUAIBA
* 4° CURTA FANTÁSTICO (CineFantasy)
* FESTIVAL MARANHÃO NA TELA 2009
* 5° MOSTRA TRASH
* FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL DE JERICOACOARA
* FESTIVAL MINI CURTAS
* FESTIVAL TR3S MINUTOS (SE)
* FESTIVAL ESPANTOMANIA
* FESTIVAL ART DECO 2011
BRASIL/SÃO LUÍS-MA 2010
Crítica de Cid Nader
Brincadeirinha
de Lucas Sá – o diretor talvez seja uma novidade maranhense surgindo para ser a
vanguarda de mais uma cinematografia regional surgindo, e revelando-se com
evidente característica urbana, ao compilar informações que extrapolam as
distâncias de seu Estado -, filmado mais para ser vista na Internet do que numa
telona. O tratamento é em cima da linguagem, dos filmes trash dos anos 70, com
os típicos exageros necessários para tal reverência (falta de cuidado,
hiper-cores, hiper-cafonices, seres estranhos habitando a tela e sangue, de
preferência), e feito de modo bastante ligeiro, para que não se necessitasse
muito espaço e tempo demais demandado para a conclusão.
Para
tal ligeireza vista na telona, a ideia de representar um trailler revelou-se boa
sacada. Mas, muitos trabalhos similares já foram vistos (aliás, há até uma
certa moda no estilo se repetindo), e muitos, também, com melhor desempenho
numa sala escura de cinema: o que faz notar o quanto esse deve ter sido pensado
mais como uma ação para divertir amigos, nas madrugadas diante da telinha do
computador.
Lembre-se daquelas LOVE STORY...
sábado, maio 12
Marrom e Branco
Como contava com uma câmera
fotografa digital de 10 megapixels que também grava, porém sem zoom e uma serie
de limitações.
Então comecei a verificação do
melhor local e da melhor luz. A porta do meu quarto. Com entrada da luz
fluorescente da sala. Buscando o INTENSO contraste do
preto e do branco ( que sabemos da maior dramaticidade como nos quadros
barrocos).
quarta-feira, maio 9
ABATE - Lucas Sá
Sinopse: Abate. Lembra corte, extenuação, redução,
retirada quase abrupta da vida do orgânico... Matança.
Direção,
Produção e Roteiro: Lucas Sá
Produção Executiva: Raissa Baldez
Atores: Nilana Fróes, Raissa Baldez, Carlos Cezar
Produção Executiva: Raissa Baldez
Atores: Nilana Fróes, Raissa Baldez, Carlos Cezar
Festivais
e Prêmios:
*
MENÇÃO HONROSA – I MOSTRA DE CINEMA UNIVERSITÁRIO DA UNICAP
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ)
* 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* 9º FESTIVAL ESTUDANTIL DE GUAIBA (RS)
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA (AM)
* I FESTIVAL ESPANTOMANIA (SP)
* KINOOIKOS – II FESTIVAL DE VÍDEO NAS ESCOLAS (SP)
* MOSTRA SETE IMAGENS - Teatro 7 de Abril (RS)
* MOSTRA CURTA NO BOTEQUIM (RJ)
* 16º FCBU – FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO UNIVERSITÁRIO (RJ)
* 10° MOSTRA NACIONAL DE AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO
* III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA
* 9º FESTIVAL ESTUDANTIL DE GUAIBA (RS)
* II FESTIVAL CURTAAMAZÔNIA (AM)
* I FESTIVAL ESPANTOMANIA (SP)
* KINOOIKOS – II FESTIVAL DE VÍDEO NAS ESCOLAS (SP)
* MOSTRA SETE IMAGENS - Teatro 7 de Abril (RS)
* MOSTRA CURTA NO BOTEQUIM (RJ)
BRASIL
/ SÃO LUÍS - MA
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Crítica de Cid Nader *
“Uma novidade vinda do
Maranhão (talvez indicando mais um polo difusor lá no nosso Nordeste), esse
Abate bebe nitidamente da fonte dos filmes pernambucanos para contar uma
história de revolta feminina por opressão machista: algo tão comum ainda no
mundo, mas que toca muito mais profundamente em uma região de tradição
absolutamente masculina.
Só que beber da fonte,
somente, poderia resultar em cópia de estilo, vazio no mote e no modo.
Negativo. Lucas Sá demonstra ter noção bastante complexa e bem elaborada de
estética e técnica. O filme é de fotografia não conformada, que busca o
inusitado nos ângulos (enquanto o momento “comum” subserviente da mulher
existe, filma-se seus pés a caminho do açougue, para a inversão do ângulo
quando uma outra possibilidade de continuidade de vida é pensada, por exemplo),
e também bastante atenta às possibilidades de contrastes emprestadas pelo bom
uso da iluminação.
No corte, na edição (e
novamente lembrando alguns outros filmes de Pernambuco), o contar a história
ultrapassa a “simples” barreira da fluidez, para que interferências
intrometidas até na marra se façam responsáveis pelo adensamento do clima.
Desde o início, a montagem não permite a acomodação do espectador, e a tela se
enche de variações cromáticas ou de ritmo. Portanto, as invenções e tentativas
que resultaram um curta bem interessante não são resultado – o que seria até
razoável de se imaginar - de acumulação crescente, mas de ritmo imposto desde
os primeiros instantes: algo bem mais difícil de ser mantido e obtido”
* Cid Nader Jornalista e crítico de cinema. Editor e
umdos idealizadores
do site de cinema
Cinequanon. Colaborador da revista Paisá
e do site Omelete. Edita também o
Cidblogwww.cinequanon.art.br/cidblog.
Cinequanon. Colaborador da revista Paisá
e do site Omelete. Edita também o
Cidblogwww.cinequanon.art.br/cidblog.
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Respire Fundo e Aperte Play
sexta-feira, maio 4
O Membro Decaído - Lucas Sá
Ficha Técnica:
Elenco: Gabriel Sá, Laura Sá, Verbena Sá, Guilherme
Borges, João Marcus, Gabriel Magalhães e Seu Mingau
Direção e Roteiro: Lucas Sá
Produção: Rayssa Ewerton e Lucas Sa
Direção e Roteiro: Lucas Sá
Produção: Rayssa Ewerton e Lucas Sa
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Os Caminhos do Processo Criativo
(O autor só disponibilizou estes desenhos do storyboard por questões sinistras)
O
projeto O Membro Decaído surgiu nas aulas de roteiro ministradas pela
professora Cintia Langie, no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade
Federal de Pelotas (UFPel).
Essa
história já permeia em mim há algum tempo, quando meu tio de Salvador, me
contou a um ano atrás sobre um caso de extrema violência urbana. Eu
anotei essa história bizarra e a partir daí comecei a criar a minha versão do
ocorrido, colocando fatos que me interessavam tanto esteticamente quanto
narrativamente, além de ser uma invenção do que poderia ter ocorrido pela mente
de outro autor. Não sei se esse fato ocorreu realmente ou se foi só mais uma
das mentiras que espalham por ai, mas está “mentira” me interessou
muito.
O
roteiro é denso e se estende mais na imagem do que nas palavras, buscando ser
explicado por auxilio apenas da imagem, independente do texto ou dos diálogos,
sendo guiados, sobretudo, pelas ações. O personagem protagonista é sempre o
centro dessas ações, mas ao mesmo tempo ele é o mais distante do meio que o
cerca e que o encaminha para ocasiões indesejáveis.
O
clima das cenas busca uma áurea de tensão e naturalidade tanto dos atores
quanto do comportamento da câmera. Esta se mantém como uma observadora das
ações, ela não interfere no espaço cênico, só nos encaminha à medida que o
personagem central, o homem, se move. Os quadros na maioria das vezes são fixos
e nos remetem a uma fotografia de enclausuramento do homem em relação ao espaço
urbano, utilizando uma coloração fria contrastada com a laranja e o vermelho,
que intensificam a violência gráfica e o clima de fim de
tarde.
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