quarta-feira, julho 23

correndo na bike xxXx


voando na rua
♫hj eu só queria um dia claro q passou♫
brega, canalha, acelerado,
e rindo de alguma maluquice
dobro a direita,
subo uma avenida
pego a esquerda
atras de uma mina que me abrigue
como tantas x já rolou
paro e grito seu apelido
bem na porta suadão
já são quase 12 hrs da noite
vem logo me atender, vai

quarta-feira, julho 9

Justiça seja feita! Justiça tarda, mas não falha.


O Barbosa, goleiro do Vasco da Gama nas décadas de 1940 e 1950, e goleiro da seleção brasileira na copa do mundo de 1950 realizado no Brasil, poderá definitivamente descansar em paz, porque até o momento é considerado o grande culpado pela perda do título para o Uruguai no placar de 2 a 1 de virada em pleno Maracanã na presença de 200 mil torcedores.

Foram 64 anos levando a culpa, ele está só os restos mortais, mas a sua alma continuava sendo incomodado por cronistas esportivos pela culpa que carregava durante todos esses anos, a sua carreira futebolística declinou e muito após a perda do mundial em 50.

Em 1994 na véspera de embarcar pro Estados Unidos para disputar a copa do mundo naquele país, o Carlos Alberto Parreira, técnico da seleção na época, receberia a visita do ex-goleiro, o Barbosa, e não o atendeu, e o ex-goleiro deixou a Granja Comari em Teresópolis – RJ sem ser atendido pelo técnico e nem por jogadores.

Barbosa foi hostilizado por todos da imprensa e no mundo esportivo até a sua morte, o Clube de Regatas Vasco da Gama foi o único que deu apoio inclusive financeiro até o fim de sua vida, não estou envergonhado pela derrota, sinto-me com a alma lavada, e tenho certeza que lá no céu ele também está com alma lavada e poder agora em definitivo descansar em paz.

A data (8 de julho de 2014) definitivamente entrou para a história da humanidade, e será lembrado e falado nos próximos 1000 (mil) anos, nunca se viu uma grande seleção dentro de sua própria casa/anfitriã num torneio mundial como a Copa do Mundo ser surrado de forma tão humilhante ao levar 5 gols somente do primeiro tempo e 4 gols em quatro minutos.

O Jefferson, goleiro do Botafogo deve estar muito feliz por não ter sido o goleiro nesse jogo, pois se estivesse no lugar do Júlio César à imprensa com certeza colocaria toda a culpa, o Neymar nesse exato momento deve estar orando/rezando por não ter jogado, porque se jogasse, levaria toda a culpa e a sua carreira poderia acabar ali mesmo.

David Luiz e Thiago Silva melhores zagueiros do mundo, poderão ter as suas carreiras declinar daqui pra frente, futebol é momento, e o auge de um atleta dura rápido, qual desses jogadores principalmente os que estiveram em campo terão a coragem de não vestir a camisa e não aceitar ser convocado para atuar pela seleção brasileira?

O Johan Cruijff, apontado o melhor jogador holandês de todos os tempos, que comandou a seleção holandesa na copa do mundo realizado na Alemanha (antiga Alemanha Ocidental) em 1974, que ficou conhecido o “Carrossel Holandês/Laranja Mecânica”, após o vice-campeonato mundial que foi perdido pelos alemães no placar 2 a 1 de virada, nunca mais atuou pela Holanda por sentir envergonhado e culpado pela perda do título.

Quem a imprensa apontará como culpado? A imprensa poupará das críticas os jogadores? Quem será o jogador que terá a postura do Cruyff e decidir não mais jogar pela seleção brasileira mesmo sendo convocado?

O Brasil poderá conquistar o Hexa na próxima copa, mas o 8 de julho nunca será esquecido e será sempre lembrado e falado nos próximos anos, séculos e milênios.
Eu não vou me solidarizar aos jogadores, vou me solidarizar ao grande goleiro que passou 64 anos sendo injustiçado, que agora nesse exato momento, seja no céu ou num caixão em sua sepultura que abriga os seus restos mortais, poderá em definitivo descansar em paz, e é a ele que eu presto toda a minha solidariedade.

Descanse em paz Barbosa! Pois a sua alma está lavada e ninguém mais vai lhe perturbar e muito menos lhe culpar após essa tragédia. Porque a justiça foi feita, e ela tarda, mas não falha.

quinta-feira, julho 3

Lei da Palmada: Proteção as nossas crianças e os jovens ou a intervenção do estado de tirar a autoridade das mães e dos pais em educar os seus filhos?

Recentemente a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei chamada popularmente de “Lei da Palmada”, que coibi abusos, violência e maus tratos as crianças e adolescentes, até aí a lei e o estado deve intervir, entretanto, há um porém, o estado não está tirando a autoridade das mães e dos pais em educar os seus filhos?

Poderá ser um problema para as autoridades, porque as mães e os pais que educam os seus filhos e filhas tem o modo peculiar de cria-los. As criações rígidas nos moldes conservador, tradicional e cristão não serão mais permitidos? Que modelo de criação é ideal para educar os filhos e as filhas a partir de então?

O estado não pode intervir na educação e nem mesmo no modelo de educa-los, há famílias evangélicas, católicas, espíritas, umbandistas e todos os credos, apesar que justamente os evangélicos e católicos são os que mais perseguem outras religiões, tentam impor na sociedade os seus dogmas e o estado seguir somente os seus interesses.

O estado deve respeitar o seio familiar que é inviolável, cabe a família a educação de seus filhos e filhas, e a autoridade paterna e materna devem ser respeitados e nunca violados. Violência como disse anteriormente deve sim ser combatido com todos os rigores da lei, entretanto, não pode ser descartado como instrumento de educação das mães e pais a seus filhos e filhas.

Eu quando criança me lembro de um programa policial que fez muito sucesso no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) nos anos 1990, e tinha um repórter que tinha a fama com o seu bordão peculiar “Gil Gomes aqui e agora”, que é justamente o nome do programa “Aqui e Agora”, no Maranhão o Sistema Difusora afiliada do SBT criou o programa policial com a mesma nomenclatura “Maranhão Aqui e Agora”, que era exibido por volta de meio dia a 1 hora da tarde.

Um programa de grande sucesso em virtude das classes mais baixas assistirem diariamente, inclusive eu, e numa das reportagens retratou a história de um pai que havia sido preso pela polícia por espancar cruelmente o seu filho, e nessa época ainda não havia uma lei que proibisse os repórteres e cinegrafistas de gravar crianças e adolescentes com hematomas ou quaisquer sinal de violência.

E nessa reportagem que o pai foi levado a delegacia, ele surrou o seu filho com o galho de tamarindo somente pelas costas, sendo que antes ele pegou o jovem e amarrou as duas mãos do mesmo pra em seguida surrá-lo as costas, o repórter e cinegrafista gravou o jovem com as costas toda marcada deixando a pele viva, avermelhado extremamente inchado, a surra foi tanto que as costas do garoto tremia involuntariamente.

Ao perguntar pro pai o porquê da surra, ele alegou que o seu filho havia furtado a carteira do vizinho e justificou que o preferia na condição de pai castigar o próprio filho do que a polícia, a alegação do pai não deixa de ser plausível e compreensível, apesar da extrema violência.

Uma surra dependendo da gravidade e determinadas situações torna-se necessário, porque a mãe e o pai se quiser ter o controle sobre o filho e a filha, esse controle deve começar desde o berço, não podemos confundir independência e liberdade na fase adulta com a fase de aprendizagem.

As crianças e os jovens devem ter amor e carinho, mas acima de tudo a proteção da mãe e do pai, nem que seja de forma rígida, eu mesmo sou fruto de uma criação extremamente rígida, criado e educado por vó materna, eu não tive uma adolescência como muitos adolescentes da minha época, de ir as festas, farras e chegar de madrugada ou no dia seguinte.

A minha avó me controlava inclusive quando ia a escola e esperava chegar no horário quando ela sabia o horário de acabar a aula, se eu chegasse atrasado a bronca era certa, e quando criança se eu aprontasse, a surra era certa, seja de cinto, galho de goiabeira e corda, eu empinava pipa as escondidas, jogar vídeo game também não era permitido e eu brincava as escondidas, pouquíssimas vezes joguei bola na rua porque ela não deixava.

Todas essas proibições eu sofri e além do mais, sofri com o bullyng nos colégios onde estudei e na rua onde moro quando era adolescente, devido ao fato de ter sido criado por avó de forma bastante rígida, pessoas comentavam que eu iria me tornar um gay, mimado ou inexperiente em convívio social na sociedade e inclusive na minha vida sexual, em que as pessoas debochavam por fato de não ter tido namoradas.

Eu me sentia frustrado, pois queria curtir a vida como qualquer outro adolescente e via na minha avó que até hoje eu falo em tom de brincadeira “a coronel vestido de saia” que no seu reino a norma é “eu quero, eu posso, eu mando”, devido a isso, eu respondia e xingava, mas não tinha coragem mesmo de fato bater de frente com ela e preferia fazer as escondidas sem ela saber ou driblar a sua autoridades. 

As poucas vezes que eu fui a uma boate pra curtir o balanço, eu iria pra casa de uma tia minha com a desculpa de dormir na casa dela e de lá ia pra festas com os vizinhos, só assim eu ia aos eventos que ocorria na cidade ou no bairro de preferencia, mas quando minha avó descobriu foi uma discussão feia entre ela e minha tia materna...

Hoje que eu estou prestes a completar 33 anos, eu tenho a liberdade que tanto sonhei na adolescência, saio a noite e chego em casa só no outro dia, bebo e fumo (processo em parar de fumar, só tenho umas recaídas quando bebo, mas não compro carteira e nem isqueiro tenho mais, se eu comprar, compro em unidade(retalho) pra não comprar carteira), faço tudo e mais um pouco como queria fazer quando era mais jovem, a diferença é que trabalho e tenho como sustentar a minha liberdade, ao contrário quando era garoto que queria usufruir e não tinha meios de como manter.

Hoje eu percebo o quanto a minha avó queria me proteger dos males que a sociedade oferece e o adolescente se torna a presa fácil, me arrependo dos xingamentos, insultos e bate boca que ela e eu travamos, apesar da rigidez exacerbada, agradeço a ela pela criação e educação que tive.

O caso da minha mãe-avó não é único, há muitas mães e pais com o perfil parecido, educação protecionista que exagera na rigidez e mantem autoridade com mãos de ferro, e usa dos castigos físicos caso necessário quando o seu poder e autoridade é desafiado. 

O estado não pode intervir e nem mesmo tirar a autoridade das mães e pais em criar os seus filhos, porque o estado não tem competência de criar e educar as nossas crianças e a sociedade bem menos, se deixarmos nas mãos de pessoas sem nenhum vinculo materno e paterno, muitas de nossas crianças terão um futuro preocupante.

Deixemos as nossas mães e pais bater, reprimir e castigar as nossas crianças e jovens quando necessário e por motivo justo que leve a essa atitude, melhor ser castigado por mãe e pai a ser castigado pela sociedade, pela polícia e/ou internatos/casas de apoio e proteção ao menor que na pratica é uma escola para o mundo do crime.

Hoje é comum jovens morrerem com o tiro no peito ou na testa, jovens serem presos precocemente e cada vez mais cedo irem para a marginalidade/criminalidade que a maioria das vezes se torna um caminho sem volta, da mesma forma os que são contrários a redução da maioridade coma alegação de que não irá resolver em nada a problemática que aflige as famílias, especialmente as pobres e sem estrutura.
Também não irá resolver em nada a intervenção do estado ao intrometer no modo educacional de cada mãe e cada pai e tirar a autoridade dos mesmos, se é contra a redução da maioridade penal é contrário ser a favor da lei da palmada, porque nenhuma escola educa se a educação não começar dentro de casa com a mãe e o pai.

É correta a frase citada nas escolas militares em que a disciplina, educação e obediência são regras primordiais no modelo educacional executado pela polícia, corpo de bombeiros, exército, marinha e aeronáutica ou qualquer escola que adota o modelo pedagógico militar.

“Educar hoje para não punir amanhã”

Essa frase é mais que verdadeira independente de quem a citou e o seu cunho ideológico.

sábado, maio 31

O balanço dos campeonatos estaduais 2014

Alguns campeonatos estaduais já encerraram, e o que se vê é o fortalecimento e organização ao comparar com os anos anteriores e o descrédito de outros marcados por sucessivos erros principalmente por parte da arbitragem.

O campeonato maranhense deste ano pode ser considerado o melhor nos últimos 20 anos, porque primeiramente seguiu o calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), não prejudicando os clubes locais, como no caso o Sampaio Correa que vai disputar além do maranhense, a Copa do Brasil e o Brasileiro da Série B.

O Moto Club após disputar a série b do maranhense do ano passado (2013) e por ter montado o seu elenco as vésperas do inicio do campeonato, foi a grande novidade apesar de ser um grande, tradicional e maior rival do Sampaio Correa, mas em campo fez por merecer ao fazer uma grande campanha a ponto de tá em disputa pelo título, o que acabou ficando com o seu maior arqui-inimigo.

O campeonato maranhense e os demais estaduais no nordeste receberam a cobertura televisiva e jornalística do Esporte Interativo e outros canais por assinatura e teve o patrocínio da montadora GM (General Motors)/Chevrolet que já vem sendo patrocinado desde 2012.

E para valorizar ainda mais o futebol, o Sampaio Correa e o Moto Club são representantes maranhenses da Copa do Nordeste no ano que vem (2015), considerado o mini brasileiro organizado pela CBF e federações estaduais, o que aumenta a competividade do campeonato nos anos seguintes.

Os campeonatos estaduais da região norte e nordeste passaram a ser mais valorizado em virtude dos grandes clubes locais não estarem sequer na série b do brasileiro, no caso Paysandu – PA que foi rebaixado do ano passado (2013) para a série c e o Clube do Remo seu maior rival não disputou sequer a série d de 2013 e disputará de 2014.

O Santa Cruz – PE, Sampaio Correa – MA, Vila Nova – GO e o Luverdense – MT subiram para a série b do brasileiro de 2014, os dois primeiros são do nordeste e dois últimos são do centro-oeste que também não é valorizado em relação a sul e sudeste, exceto o Goiás que tá na série a, isto fortalece o futebol nordestino e também do centro-oeste que o Goiás deixa de ser o foco da grande imprensa esportiva.

Devido a valorização dos estaduais e o fortalecimento do futebol regional, a série b do brasileiro poderá ser o campeonato mais disputado nos últimos anos, dando trabalho para os grandes que está na luta pra voltar a série a como o Vasco da Gama, rebaixado pela segunda vez a série b em 5 anos, e na segunda rodada perdeu para o Luverdense no estádio Arena Pantanal de Cuiabá – MT que será o palco da copa do mundo FIFA (Federação Internacional de Futebol e Associações), mostrando o nível de disputa e o grau de dificuldade que terá para voltar a elite do futebol nacional.

E o Luverdense assim como o Sampaio Correa, Santa Cruz e Vila Nova que disputaram a série c de 2013, poderão dar grande dor de cabeça aos clubes que já estão habituados a disputar a série b, como o Ceará – CE, América – RN, ABC – RN, Náutico – PE, América – MG, Bragantino – SP e os demais clubes.

Os estaduais mais chamativos e atrativos que são o mineiro, carioca, paulista, gaúcho, paranaense e catarinense também se valorizaram mais, isso se deve os investimentos que os clubes pequenos e medianos tem dado para o campeonato, enquanto os grandes não tem dado importância para o torneio.

A prova disso são os grandes clubes que disputam a elite do campeonato brasileiro, a série a, e a libertadores que são realizados todos os anos e esses clubes como o Atlético – MG, Cruzeiro – MG, Santos – SP, Palmeiras – SP, Corinthians – SP, São Paulo – SP, Fluminense – RJ, Botafogo – RJ, Vasco da Gama – RJ, Flamengo – RJ, Grêmio – RS, Internacional – RS, Atlético – PR e Coritiba – PR estão sempre disputando o campeonato da elite do futebol nacional e o torneio continental.

Em razão disso, não têm dado importância para o campeonato de seus estados, a prova disso e que este ano (2014) o campeonato paulista pela primeira vez em 13 anos (desde 2001) nenhum clube paulista disputou a libertadores, e fez que os grandes focassem mais o campeonato, mas tiveram que enfrentar os clubes do interior que são bem organizados taticamente e administrativamente, e sempre focaram o estadual.

O Corinthians não passou da fase de grupos para o mata-mata, o Palmeiras não passou do Ituano da cidade de Itú – SP, o São Paulo não passou do Penapolense da cidade de Penápolis – SP que bateu o Santos na fase de grupo pelo placar de 4 a 1 e deu trabalho para o time santista se classificar na final, já que disputavam a semifinal.
A final do campeonato paulista foi Santos e Ituano, dois times do interior sendo que o primeiro é o grande clube e o segundo time pequeno, mas que vem em ascensão nos últimos anos e se colocando entre os times intermediários, e o campeão acabou sendo o time da cidade de Itú, prova que os clubes pequenos e do interior sempre usaram o campeonato estadual como planejamento e meta dentro e fora de campo.

Outro feito ocorrido foi no campeonato paranaense este ano, após uns 20 anos dois times do interior disputaram a final do campeonato, que foi entre o Londrina e o Maringá, despachando os grandes da capital, o Atlético – PR, Coritiba e Paraná, sendo que este último esteve disputando a série b do estadual no ano anterior em virtude do rebaixamento.
Isto tem ocorrido em virtude das federações estaduais ter implantado o modelo de disputa paritário entre todos os clubes para que haja igualdade na disputa e seja decididos dentro de campo, com a pressão das torcidas, dirigentes de clubes principalmente os pequenos e da imprensa esportiva, não está havendo tanto beneficiamento para os times grandes e as arbitragens estão sendo mais fiscalizados.

A valorização e a disputa acirrada dos estaduais está levando ao rebaixamento os grandes clubes, o último agora foi o Vila Nova que está disputando a série b após disputar a série c e ter conseguido o acesso, mas foi rebaixado do campeonato goiano deste ano (2014) para disputar a série b do estadual ano que vem, a primeira vez de sua história, isso não é nenhuma novidade, os outros grandes já tiveram o gosto amargo de disputar a série b do estadual, o Moto Club por duas vezes, o tradicional Rio Negro – AM, CSA – AL, Flamengo – PI, Rio Branco – ES, Guarani – SP e Portuguesa – SP.
Esses clubes já foram rebaixados nos estaduais, são clubes de grandes torcida em seus estados, coleciona diversos títulos locais e por ser mais vezes campeão estadual, no caso o Rio Branco da cidade de Vitória – ES que tem 36 títulos estadual no currículo e que atualmente disputa a série b do campeonato capixaba, como foi dito anteriormente.

A tendência é os campeonatos estaduais serem mais valorizados, não pelos grandes clubes em que alguns dirigentes, técnicos e jogadores pregam o fim dos estaduais, que pra mim seria um desastre e a completa elitização do futebol, que obrigaria muitos clubes pequenos a fecharem as portas e muitos jogadores a ficar desempregado, o que seria um total desastre.
Os estaduais passaram a ser valorizados justamente por clubes pequenos que planejam e passam a pré-temporada para os campeonatos estaduais antes mesmo do fim do campeonato brasileiro que quase sempre acaba na segunda semana de dezembro.

As federações estão dando maior atenção por esse campeonato e sua importância, a prova disso é o campeonato paulista que vem se destacando nos últimos anos pela sua organização feita pela Federação Paulista de Futebol (FPF) e o modelo de disputa que permite os grandes e pequenos clubes disputar de forma paritária e em campo decidem quem é o melhor.

O campeonato paulista é o mais competitivo do país e mais valorizado entre todos os estaduais, não por ser do estado de São Paulo, mas pela nível de disputa dentro das quatros linhas sem muita interferência externa, ao contrário do campeonato carioca, que há muito tempo perdeu a graça e o brilho por causa da desorganização da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ).

A última final realizado no campeonato carioca é a prova viva aos olhos de todos que acompanham o campeonato e torcem pro seus times, a verdadeira desorganização e o descrédito em virtude da má conduta dar arbitragens, os dois realizados na final, sendo a ultima e grande final entre Vasco da Gama e Flamengo, foi uma aberração aos amantes do futebol.

O titulo conquistado pelo Flamengo através do roubo da arbitragem num lance em que o jogador estava completamente impedido e mesmo assim o gol foi validado, elevou a revolta e ainda mais a crise do futebol carioca que já vem com a imagem arranhado em virtude do escândalo no ano passado em que o Fluminense foi rebaixado para a série b e no tribunal de justiça de desportivo, conseguiu se manter na primeira divisão.

Os campeonatos quando são menos intervindos dentro de campo, mais disputados se torna quanto mais disputado é, mais chama atenção do público e consequentemente de torcedores, quanto mais se chama atenção, mais valorizado se torna e assim sucessivamente.

O campeonato paulista é a prova disso, e o campeonato carioca é a prova do fracasso nos últimos anos com os sucessivos roubos de arbitragem, os estaduais devem ser valorizados devidamente, e as federações devem intervir menos dentro de campo e deixar que os resultando aconteçam e permaneçam dentro das quatros linhas com total imparcialidade e coerência, só assim todos os campeonatos de forma geral terão o sucesso de público e de torcida.


quinta-feira, maio 29

Pingado

O meu amor pingou,
No teu café,
Aroma do meu suor

Eu me faço de leite, esperando ser pingado contigo, embebida aos goles pela sua língua, e saboreada com todo teu prazer pelas suas papilas. Degustada, devorada e deglutida, passo pelo seu sistema digestivo e sou absorvida em escalas no teu corpo. E desta forma, torno-me sua: torno-me a cafeína ligada em seus pensamentos, torno-me o açúcar, torno-me a gordura. Até o momento em que completamente mastigada, reinicio o ciclo.
No teu café,
Fiz risos e vapor
Perfumei.

O calor da minha fervura e o sabor integral do meu leite combinam com seu aroma arábico. Seu sabor marca a minha boca e lava meus dentes, aguçando meus sentidos, para desejar mais e mais goles da tua poção. Seu café é irresistível, e minha gula, inexorável. Exalo seu perfume no ambiente, e estimo seu gosto no meu gosto.

Je t'adore.